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Em sessão – O encontro servo “s” e uma de minhas menininhas

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Com a mudança do meu estúdio para novo local, redescobri várias peças de vestuário e muitos acessórios.

Este véu roxo foi um deles e a inspiração para a produção de uma sessão realmente inusitada.

Me olhei no espelho terminando de fazer a maquiagem, estava em tons de roxo como a roupa, me senti extremamente exótica e percebi que o espelho do banheiro  era pequeno para que eu pudesse me ver por inteira, apreciar, de forma  impessoal, o visual escolhido para a sessão do dia.

No espelho do Camarim pude me ver de corpo inteiro, a transparência do véu em combinação com a lingerie roxa por baixo, estava excitante, prestei atenção as minhas pernas, o tecido dava o contorno e as deixavam muito mais longas e insinuantes.

Fui virando vagarosamente, apreciando meu bumbum empinado por baixo da transparência do tecido, me sentindo cada vez mais sensual, o plano inicial de me olhar de forma impessoal ficando casa vez mais distante, percebi que eu estava me desejando, comecei a acariciar minhas pernas, lisas e macias, fui subindo minha mão, apalpando suavemente cada parte do corpo, sentia crescendo o desejo dentro de mim, o decote deixava meus seios convidativos, senti que começava a ficar molhada.

Clicando na foto abaixo, acompanhe o ensaio fotográfico deste visual.

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A campainha tocou, servo “s”  esperava no portão, assim que me viu seus olhos brilharam, foi convidado a entrar e depois dos cumprimentos iniciais, mandei que ele fosse para o banheiro tirar a roupa.

Ele já conhecia o ritual inicial e ansiava por ele a cada vez que nos víamos.

Acendi a vela em honra a Ishtar e dei permissão para que ele entrasse no estúdio.

Completamente nú, de joelhos e com a caixinha contento o tributo nas mãos, ele entrou no aposento, parando de joelhos, a meus pés, me entregou a caixinha.

Havia chegado o momento que ele mais esperava em seu cotidiano baunilha, a hora de receber a coleira.

Coloquei a coleira em torno de seu pescoço e pude ouvir o suspiro de satisfação. Passei levemente minhas unhas por sua nuca, senti seu corpo arrepiar e mandei que levantasse.

Servo “s” obedeceu prontamente e pude ver que sua ereção já estava bem pronunciada.

Peguei uma pequena e fina corda e amarrei seus testículos, servo “s” já está bem adestrado em tortura genital, creio até que se sente mais confortável quando está com seus orgãos genitais devidamente apertados.

Rocei meu corpo levemente no dele e um suspiro saiu de sua garganta.

– Hoje quero vesti-lo de forma diferente.

-hummmm, sim Rainha.

Abri o armário e tirei uma roupa de vinil, um lenço e uma máscara, depois de devidamente vestido, mandei ele ir trabalhar, afinal havíamos combinado que ele iria colocar os ganchos no novo estúdio e que eu iria testar os ganchos em seguida, fazendo um shibari nele.

Enquanto servo “s” usava a furadeira, meu celular avisou sobre nova mensagem.

Não costumo atender telefone durante sessão, mas a mensagem tinha sido em meu número pessoal, poucas pessoas tem esse número, por isso resolvi olhar.

Era mensagem de uma de minhas CDs (Crossdressing), falando que tinha ficado com tempo livre no trabalho e estava com muitas saudades.

Olhei para servo “s” e sorri, já antevendo como eu iria me divertir colocando os dois para interagir.

Mandei que ela viesse e assim que chegou fui logo trocando sua roupa, fazendo a maquiagem e trazendo de dentro daquele homem bonito, bem vestido e perfumado que chegou, a menininha que tanto gosto.

Quando servo “s” viu aquela figura de pernas e bumbum perfeitos, usando mini-saia e salto bem alto, não pode disfarçar a admiração:

-Uau, ela me deixou mais excitado ainda.

Dei uma risada e respondi:

-Azar o seu, quanto mais excitado, mais apertadas as cordas ficam.

Enquanto servo “s” terminava o serviço, sentei e coloquei minha menininha no colo, abri suas pernas e comecei a acariciar suas pernas, servo “s’ a tudo observava com rabo de olho, tentando manter a concentração no trabalho, ele sabia que seria extremamente castigado se  fizesse alguma besteira com a furadeira.

Continuei acariciando minha menina, coloquei ela de pé e mandei que segurasse nas grades do solário, assim ela fez, já empinando a bunda.

Levantei a saia, expondo aquela carne branca e apetitosa aos olhos de servo “s”, não resisti e dei um pequeno tapa em sua bunda.

-Esta ficando cada vez mais gostosa, minha menina.

Ela respondeu ronronando feito uma gatinha no cio e mexendo o corpo.

Percebi que servo “s” estava apressando o serviço e sorri intimamente.

Mandei que servo “s”  tomasse banho e nos encontrasse no estúdio.

Bulinando minha menina segui para o estúdio e abri o armário dos prazeres e peguei luvas, cordas, lubrificante e preservativos.

Assim que servo “s” entrou, peguei a corda e fiz uma rápida imobilização utilizando os ganchos que ele havia acabado de colocar.

Coloquei uma cadeira ao lado dele e mandei minha menininha sentar, ela estava um tanto tímida, nunca havia estado com um homem antes, mas sentia um grande desejo de tocar e sentir a genitália masculina.

Servo “s” havia tirado a corda para tomar banho,  totalmente imobilizado, se colocou a minha disposição.

Comecei a toca-lo e imediatamente ele ficou extremamente ereto.

Peguei, delicadamente a mão de minha menina e coloquei sobre o pênis dele.

– Sinta, minha menina, quero que sinta como é, quando esta solto, quero que sinta cada pedacinho, aperte levemente, sinta intimamente.

Eu podia ouvir a ambos suspirando e podia sentir minhas coxas molhadas com minha própria excitação.

Ela o tocava de forma delicada, mas com a voracidade estimulada pela curiosidade.

-Agora vou amarra-lo, quero que sinta como é diferente.

Pegando a pequena corda, amarrei suas bolas bem apertadas, isso o deixou mais excitado e mais ereto ainda.

Minha menina o tocava amarrado e mais apertadas ficavam as cordas.

Mandei que ela ajoelhasse, o que ela atendeu prontamente sorrindo, me sentei onde ela estava e peguei um preservativo.

– Já te ensinei como colocar a camisinha com a boca em consolos, já teve varias sessões comigo, foi preparada para este momento, quero ver se aprendeu direitinho, coloque a camisinha nele com a boca.

Ela pegou o preservativo com a boca e foi colocando lentamente no pênis dele, servo “s” gemia.

Com excitação nos olhos, ela me olhou em busca de aprovação por seu trabalho bem feito.

– Agora chupa!

Ví um lampejo de surpresa estampando em seu rosto, mas em instantes a excitação já havia tomado o lugar da expressão de surpresa e ela se pôs a chupa-lo com gosto, cada vez mais intensamente aprofundava suas descobertas.

Servo “s’ gemia alto.

– Senhora, já não consigo mais me controlar.

– Se gozar antes da hora, antes de eu lhe dar permissão, sabe que será castigado.

Dava para perceber o esforço herculeo que servo “s” fazia para não gozar, sorri e me aproximei do ouvido de minha menina, que continuava de joelhos mamando gostosamente.

– Isso minha menina, chupa com mais gosto, balança a bundinha pra mim, mostra que vc é lady por fora, mas uma putinha por dentro.

Ela passou a chupar com mais intensidade, levada por minha voz suave em seu ouvido.

Todo corpo de servo “s” tremia, percebi que ele não ia aguentar, sorri para mim mesma no mesmo momento que um alto gemido escapou da boca de servo “s”, enquanto ele inundava a camisinha com seu leite.

Esperei que seu corpo parasse de tremer e comecei a desamarra-lo.

– Sabe que será castigado por isso em nosso proximo encontro, vá para o banho e vista-se.

– Me perdoe, Senhora, eu tentei, mas não consegui controlar… foi incrível, eu nunca tinha vivido isto antes.

– De joelhos. – ordenei em voz baixa e firme, que não admitia contestação.

Retirei a coleira de seu pescoço.

– Para o banho, agora!

Ele saiu do estúdio de cabeça baixa, feito um cachorrinho de rua que havia sido escurraçado.

Enquanto ele tomava banho, coloquei minha menina sentada no sofá, calcei as luvas e comecei a brincar com seu buraquinho que ia ficando cada vez mais receptivo.

Já vestido, mandei que servo “s” se sentasse por alguns instantes na cadeira.

Sem parar de brincar com minha menina, coloquei uma das pernas dela no colo dele, de forma que meus dedos entrando e saindo de seu buraquinho, ficasse bem visível a ele.

– Você me decepcionou hoje, eu tinha várias ideias para por em pratica com vocês dois, já sabe que será castigado em nosso próximo encontro, agora vá embora.

Depois que servo “s” foi embora, eu e minha menina nos divertimos muito.

Ainda os colocarei juntos novamente e, claro, virei contar como foi…

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